Dr. André Fujioka — Cirurgião Robótico do Aparelho Digestivo

Áreas de atuação

Hérnia Inguinal

Tratamento cirúrgico da hérnia inguinal, com técnicas modernas para reforçar a virilha e prevenir complicações.

Entenda o procedimento

O que é a hérnia inguinal?

A hérnia inguinal ocorre quando parte do conteúdo abdominal, geralmente uma alça intestinal ou tecido gorduroso, atravessa um ponto de fraqueza na região da virilha. É o tipo de hérnia mais comum, acometendo principalmente homens, embora também possa ocorrer em mulheres.

O tratamento definitivo é cirúrgico. A correção reforça a parede abdominal nessa região, aliviando o desconforto e prevenindo complicações como o encarceramento e o estrangulamento do conteúdo herniado.

Em Belo Horizonte e Grande BH, o Dr. André Fujioka realiza a correção da hérnia inguinal por videolaparoscopia e cirurgia robótica, além da técnica aberta quando indicada, sempre com avaliação individualizada.

Hérnia Inguinal

Resumo

Entenda rapidamente

Um resumo objetivo dos pontos que mais aparecem em consulta.

01
Localização
Região da virilha, podendo se estender até a bolsa escrotal nos homens.
02
Frequência
É o tipo de hérnia mais comum, mais frequente em homens, mas também presente em mulheres.
03
Tratamento
Exclusivamente cirúrgico; não existe tratamento clínico definitivo.
04
Técnicas cirúrgicas
Lichtenstein (aberta com tela), TAPP e TEP (videolaparoscópicas), com opção robótica.
05
Anestesia
Geral, raquianestesia ou local com sedação, conforme a técnica.
06
Internação
Frequentemente realizada em regime ambulatorial ou com curta permanência hospitalar.
07
Recuperação
Retorno gradual às atividades, com restrição de esforços físicos intensos nas primeiras semanas.

Indicação

Para quem a cirurgia é indicada?

A cirurgia é indicada para praticamente todos os pacientes com diagnóstico de hérnia inguinal sintomática, já que a hérnia não desaparece espontaneamente e tende a aumentar com o tempo.

Em hérnias pequenas e sem sintomas relevantes, pode-se considerar o acompanhamento clínico em casos muito selecionados, mas essa decisão é sempre individualizada e discutida em consulta.

A avaliação clínica, com exame físico e, quando necessário, ultrassonografia, define o melhor momento e a técnica mais adequada para cada paciente.

  • Abaulamento na virilha confirmado no exame físico ou em exame de imagem
  • Dor ou desconforto que interfere nas atividades diárias
  • Hérnia que aumenta progressivamente de tamanho
  • Hérnia recidivada, que retornou após correção anterior
  • Hérnia bilateral, presente nos dois lados da virilha

Quando a cirurgia é indicada?

Diferente de outras condições, a hérnia inguinal sintomática costuma ter indicação cirúrgica assim que diagnosticada, já que a tendência natural é de piora progressiva.

Em hérnias pequenas, assintomáticas e de baixo risco, alguns pacientes podem optar pelo acompanhamento vigilante por um período, mas essa é uma decisão conjunta entre médico e paciente.

A urgência cirúrgica ocorre quando a hérnia se torna encarcerada (não reduz mais) ou estrangulada (com comprometimento da circulação do conteúdo herniado), exigindo intervenção imediata.

Como é feita a avaliação antes da cirurgia?

A avaliação começa com histórico clínico e exame físico detalhado, que geralmente já é suficiente para confirmar o diagnóstico de hérnia inguinal.

Em casos de dúvida diagnóstica ou dor sem abaulamento evidente, a ultrassonografia da região inguinal auxilia na confirmação.

Exames pré-operatórios de rotina e avaliação anestésica completam o preparo, permitindo definir a técnica cirúrgica mais adequada.

  1. Consulta
  2. Exame físico
  3. Exames de imagem (se necessário)
  4. Avaliação pré-operatória
  5. Planejamento cirúrgico

Procedimento

Como funciona a cirurgia de hérnia inguinal?

O procedimento reposiciona o conteúdo herniado e reforça a parede da virilha com uma tela, prevenindo a recidiva.

  1. 01

    Preparação

    Jejum e avaliação pré-anestésica conforme orientações recebidas na consulta.

  2. 02

    Anestesia

    Escolhida conforme a técnica: geral, raquianestesia ou local com sedação.

  3. 03

    Acesso

    Incisão única na virilha (técnica aberta) ou pequenas incisões no abdome (videolaparoscopia ou robótica).

  4. 04

    Redução da hérnia

    O conteúdo herniado é reposicionado dentro da cavidade abdominal.

  5. 05

    Colocação da tela

    Uma tela é posicionada para reforçar o ponto de fraqueza e reduzir o risco de recidiva.

  6. 06

    Finalização

    Fechamento das incisões, geralmente com pontos internos e curativo simples.

Técnicas

Quais são as técnicas cirúrgicas?

A escolha da técnica depende do tipo de hérnia (unilateral, bilateral, recidivada), do histórico do paciente e da avaliação individual.

Lichtenstein

Técnica aberta clássica, feita por uma incisão na virilha, com colocação de tela para reforço da parede sem tensão.

Frequentemente indicada em hérnias unilaterais ou quando há contraindicação à via minimamente invasiva.

TAPP (transabdominal pré-peritoneal)

Técnica videolaparoscópica em que o acesso é feito pela cavidade abdominal, com colocação da tela por trás do peritônio.

Indicada especialmente em hérnias bilaterais e em alguns casos de recidiva.

TEP (totalmente extraperitoneal)

Técnica videolaparoscópica que evita a entrada na cavidade abdominal, trabalhando apenas no espaço pré-peritoneal.

Boa opção para hérnias bilaterais, com potencial menor risco de complicações intra-abdominais.

Abordagem robótica

Utiliza a plataforma robótica para realizar o mesmo princípio das técnicas TAPP ou TEP, com visão tridimensional ampliada e maior articulação dos instrumentos.

Considerada em casos selecionados, conforme avaliação individual e estrutura disponível.

Cirurgia robótica

A cirurgia de hérnia inguinal pode ser robótica?

Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica permite realizar os mesmos princípios das técnicas TAPP e TEP, com visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados que podem facilitar a dissecção em espaços estreitos, como o da região inguinal.

Todos os movimentos são comandados pelo cirurgião durante todo o procedimento, sem qualquer autonomia do sistema.

A indicação da via robótica depende da avaliação individual do paciente, do tipo de hérnia e da estrutura hospitalar disponível.

Plataforma de cirurgia robótica em centro cirúrgico

Benefícios

Quais são os possíveis benefícios?

A correção da hérnia inguinal alivia os sintomas do dia a dia e evita complicações que podem se tornar uma emergência cirúrgica.

Alívio do desconforto na virilha

A correção elimina o abaulamento e a dor associada ao esforço físico.

Prevenção do encarceramento e estrangulamento

Evita que o conteúdo herniado fique preso ou tenha sua circulação comprometida.

Baixo índice de recidiva

O uso de tela e a técnica adequada reduzem consideravelmente o risco de a hérnia retornar.

Recuperação rápida

As técnicas minimamente invasivas permitem retorno mais precoce às atividades habituais.

Como se preparar para a cirurgia?

O preparo para a cirurgia de hérnia inguinal costuma ser simples, mas segue orientações específicas discutidas na consulta.

  • Realizar os exames pré-operatórios solicitados
  • Informar a equipe sobre medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes
  • Suspender o tabagismo, quando aplicável, pelo período orientado
  • Cumprir o jejum indicado antes do procedimento
  • Providenciar acompanhante para o dia da cirurgia e organizar o retorno para casa

O que acontece no dia do procedimento?

A cirurgia de hérnia inguinal costuma ser rápida, e muitos pacientes recebem alta no mesmo dia ou no dia seguinte.

  1. Chegada e admissão hospitalar
  2. Avaliação pré-anestésica
  3. Cirurgia
  4. Recuperação anestésica
  5. Alta hospitalar conforme orientação

Pós-operatório

Como é a recuperação?

A recuperação da hérnia inguinal costuma ser tranquila, com retorno relativamente rápido às atividades do dia a dia.

Primeiros dias

Repouso relativo, controle da dor com medicação prescrita e caminhadas leves desde o primeiro dia.

Dor e desconforto

É comum sentir desconforto na virilha nos primeiros dias, controlado com analgésicos. Dor intensa ou progressiva deve ser comunicada.

Cuidados com a incisão

Higiene local e observação de sinais de infecção, conforme orientação recebida na alta.

Retorno ao trabalho

Atividades administrativas costumam ser retomadas em poucos dias; trabalhos com esforço físico exigem prazo maior.

Atividade física

Caminhadas são liberadas precocemente; exercícios com carga e esforço abdominal intenso devem aguardar liberação médica.

Relações sexuais

Geralmente liberadas quando não há mais desconforto significativo, conforme orientação individual.

Dirigir

Liberado quando o paciente não estiver mais usando analgésicos que causem sonolência e conseguir se movimentar sem dor.

Acompanhamento pós-operatório

Retornos programados para avaliar a cicatrização e confirmar a evolução esperada.

Quanto tempo é necessário ficar internado?

Na maioria dos casos, a cirurgia de hérnia inguinal é realizada em regime ambulatorial ou com uma noite de internação.

O tempo pode variar conforme a técnica utilizada, a existência de hérnia bilateral, condições clínicas do paciente e protocolo da equipe e do hospital.

Quais são os riscos da cirurgia?

A cirurgia de hérnia inguinal é considerada segura e bem estabelecida, mas como todo procedimento envolve riscos, reduzidos com técnica adequada e acompanhamento pós-operatório.

  • Complicações relacionadas à anestesia
  • Sangramento ou formação de hematoma local
  • Infecção da incisão ou da tela
  • Dor crônica na região inguinal, mais associada a lesão de estruturas nervosas
  • Recidiva da hérnia
  • Complicações relacionadas à tela, como rejeição, em casos raros

A discussão sobre riscos é individualizada e faz parte da consulta, considerando o histórico e as características de cada paciente.

O que esperar depois da cirurgia?

O objetivo é eliminar o abaulamento e o desconforto na virilha, com retorno gradual e seguro às atividades habituais.

A maioria dos pacientes retoma a rotina completa em poucas semanas, respeitando as orientações sobre esforço físico.

Os índices de recidiva são baixos quando a técnica e a tela são adequadas ao caso, mas o acompanhamento nos retornos é importante para confirmar a boa evolução.

Existem outras formas de tratamento?

A cirurgia é o único tratamento definitivo para a hérnia inguinal, já que não existe medicamento capaz de fechar o defeito da parede abdominal.

  • Uso de cinta ou funda, apenas como medida paliativa temporária em casos muito específicos
  • Acompanhamento vigilante em hérnias pequenas e assintomáticas selecionadas

Essas alternativas não substituem a correção cirúrgica e devem ser discutidas individualmente com o cirurgião.

Quando procurar atendimento de urgência

Alguns sinais indicam que a hérnia pode estar encarcerada ou estrangulada, uma emergência cirúrgica.

  • Abaulamento que fica duro e não reduz mais, mesmo deitado
  • Dor intensa e súbita na região da hérnia
  • Náuseas, vômitos ou parada de eliminação de gases e fezes
  • Vermelhidão ou mudança de cor da pele sobre o abaulamento

Nessas situações, procure atendimento médico de urgência imediatamente.

Hérnia Inguinal

Experiência no tratamento cirúrgico da hérnia inguinal

O tratamento é conduzido com técnicas minimamente invasivas, avaliação individualizada e foco na segurança e no baixo índice de recidiva.

  • Técnicas Lichtenstein, TAPP e TEP
  • Plataforma robótica quando indicada
  • Avaliação individualizada da técnica
  • Acompanhamento pós-operatório completo

3D

visão ampliada da plataforma robótica

24h

internação em muitos casos

2

vias minimamente invasivas disponíveis (TAPP e TEP)

1

incisão única na técnica aberta de Lichtenstein

Dr. André Fujioka

Quem realiza o procedimento

Dr. André Fujioka

Cirurgião do Aparelho Digestivo e Cirurgia Robótica

CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

  • Cirurgião Robótico certificado internacional pela Intuitive Surgical – Strattner
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – TCBC
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva – TCBCD
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM

Atua em Rede Mater Dei de Saúde, Hospital Madre Teresa, Instituto Orizonti, Hospital Vila da Serra, Hospital Biocor.

Depoimentos

O que nossos pacientes dizem

  • F

    Fernando Camargo

    1 mês atrás

    Google

    ★★★★★

    Dr. André Fujioka, desde a primeira consulta até a cirurgia, fui atendido com muita atenção e profissionalismo. Sempre muito paciente para explicar cada detalhe do procedimento e da recuperação.

  • S

    Stephanie Rodrigues

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Fiz uma cirurgia de Colecistectomia com Dr André Fujioka, foi tudo perfeito. Médico excelente, atencioso e sabe como lidar com seus pacientes. Minha cirurgia foi tranquila e a recuperação muito rápida.

  • R

    Roselane Monteiros

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Eu escolhi o Dr. André Fujioka porque ele me passou uma segurança muito grande! Dr. André Fujioka e toda sua equipe são EXCELENTES PROFISSIONAIS, muito atenciosos do início ao fim.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre hérnia inguinal

A hérnia inguinal pode sumir sozinha?

Não. A hérnia inguinal não se resolve espontaneamente e tende a aumentar de tamanho com o tempo. O tratamento definitivo é cirúrgico.

Qual a diferença entre Lichtenstein, TAPP e TEP?

Lichtenstein é uma técnica aberta feita por uma incisão na virilha. TAPP e TEP são técnicas videolaparoscópicas, com pequenas incisões no abdome. A escolha depende do tipo de hérnia, se é bilateral ou recidivada, e da avaliação individual.

Sempre é necessário usar tela?

Na grande maioria dos casos, sim. A tela reforça o ponto de fraqueza da parede abdominal e reduz de forma importante o risco de recidiva.

A cirurgia pode ser feita nos dois lados ao mesmo tempo?

Sim. Em hérnias bilaterais, as técnicas videolaparoscópicas (TAPP e TEP) e a robótica costumam ser vantajosas, permitindo tratar os dois lados na mesma cirurgia.

Quanto tempo fico internado?

Na maioria dos casos, a cirurgia é ambulatorial ou exige apenas uma noite de internação, dependendo da técnica e da evolução do paciente.

Quando posso voltar a trabalhar?

Atividades administrativas costumam ser retomadas em poucos dias. Trabalhos com esforço físico intenso exigem um período maior de restrição.

Quando posso voltar a fazer exercícios?

Caminhadas são liberadas precocemente. Exercícios com carga e esforço abdominal significativo devem aguardar liberação específica do cirurgião.

A hérnia pode voltar depois da cirurgia?

É possível, mas o risco de recidiva é baixo quando a técnica e a tela utilizadas são adequadas ao caso e as orientações pós-operatórias são seguidas.

Existe risco de dor crônica após a cirurgia?

É uma possibilidade, geralmente associada a irritação ou lesão de estruturas nervosas da região. É um dos pontos discutidos na avaliação de riscos antes da cirurgia.

A cirurgia pode ser robótica?

Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica permite realizar os mesmos princípios das técnicas videolaparoscópicas, com visão ampliada e instrumentos articulados.

Quando devo procurar atendimento de urgência?

Se o abaulamento ficar duro e não reduzir mais, se houver dor intensa súbita, náuseas, vômitos ou parada de eliminação de gases e fezes, procure atendimento médico imediatamente.

Conteúdo revisado por Dr. André Fujioka — CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

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A indicação e a técnica da cirurgia de hérnia inguinal dependem da avaliação individual, considerando histórico, exame físico e características da hérnia.