Dr. André Fujioka — Cirurgião Robótico do Aparelho Digestivo

Áreas de atuação

Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo

Tratamento cirúrgico dos tumores do sistema digestivo com princípios oncológicos rigorosos e cuidado individualizado.

Entenda o procedimento

O que é a cirurgia oncológica do aparelho digestivo?

A cirurgia oncológica do aparelho digestivo é uma área especializada da cirurgia dedicada ao tratamento dos tumores que acometem os órgãos do sistema digestivo.

O principal objetivo é remover o câncer de forma segura e completa, seguindo princípios oncológicos rigorosos e buscando as maiores chances de controle da doença, preservação da função dos órgãos e qualidade de vida do paciente.

O tratamento é conduzido de forma integrada com oncologia clínica, radiologia, endoscopia e demais especialidades, definindo em conjunto a melhor sequência terapêutica para cada caso.

Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo

Resumo

Entenda rapidamente

Um resumo objetivo dos pontos que mais aparecem em consulta.

01
Objetivo
Remover o tumor com margens oncológicas adequadas, buscando o controle da doença e a preservação da função digestiva.
02
Indicação geral
Tumores malignos ou lesões pré-malignas do esôfago, estômago, intestino, vias biliares e pâncreas.
03
Acesso cirúrgico
Aberto, videolaparoscópico ou robótico, conforme o órgão e a extensão do tumor.
04
Anestesia
Anestesia geral.
05
Planejamento
Sempre multidisciplinar, com oncologia clínica, radiologia e demais especialidades.
06
Internação
Variável conforme o porte da cirurgia, do órgão acometido e da evolução do paciente.
07
Recuperação
Progressiva, com acompanhamento oncológico de longo prazo após a cirurgia.

Indicação

Para quem a cirurgia oncológica pode ser indicada?

A indicação cirúrgica depende do tipo de tumor, do estádio da doença, da localização e das condições clínicas do paciente, sempre discutida em conjunto com a equipe de oncologia.

Em muitos casos, a cirurgia é a principal forma de tratamento curativo; em outros, ela ocorre após ou entre ciclos de quimioterapia ou radioterapia.

A decisão cirúrgica é sempre tomada em conjunto com a equipe oncológica, considerando o estadiamento completo da doença.

  • Tumores localizados do esôfago, estômago, intestino ou reto
  • Tumores das vias biliares e da vesícula biliar
  • Tumores do pâncreas em estádio operável
  • Lesões pré-malignas identificadas em exames endoscópicos
  • Casos selecionados de doença metastática, conforme avaliação multidisciplinar

Quando a cirurgia é indicada?

A cirurgia costuma ser indicada assim que o diagnóstico e o estadiamento confirmam que o tumor é passível de ressecção com intenção curativa.

Em alguns tumores, o tratamento se inicia com quimioterapia ou radioterapia neoadjuvante, para reduzir a lesão antes da cirurgia ou tratar doença microscópica associada.

A definição do momento cirúrgico depende do tipo histológico do tumor, do estádio, da resposta a tratamentos prévios e das condições clínicas do paciente.

Como é feita a avaliação antes da cirurgia?

A avaliação inclui histórico clínico completo, exame físico e revisão dos exames diagnósticos, como endoscopia, colonoscopia e biópsias.

Exames de imagem — tomografia, ressonância magnética e, quando indicado, PET-CT — são utilizados para o estadiamento da doença e o planejamento cirúrgico.

O caso é discutido em reunião multidisciplinar, envolvendo oncologia clínica, radioterapia, patologia e demais especialidades, para definir a melhor sequência de tratamento.

  1. Consulta
  2. Exames diagnósticos
  3. Estadiamento por imagem
  4. Discussão multidisciplinar
  5. Planejamento cirúrgico

Procedimento

Como funciona a cirurgia oncológica digestiva?

O procedimento é planejado conforme o órgão acometido e a extensão do tumor, sempre seguindo princípios de radicalidade oncológica.

  1. 01

    Preparação

    Jejum, avaliação pré-anestésica e revisão dos exames e do planejamento definido na avaliação multidisciplinar.

  2. 02

    Anestesia

    Realizada sob anestesia geral, com monitorização contínua durante toda a cirurgia.

  3. 03

    Acesso

    Aberto, por videolaparoscopia ou por plataforma robótica, conforme o órgão, a extensão do tumor e o planejamento cirúrgico.

  4. 04

    Ressecção oncológica

    Remoção do tumor com margens adequadas e linfadenectomia, seguindo os protocolos oncológicos indicados para cada tipo de câncer.

  5. 05

    Reconstrução

    Quando necessário, reconstrução do trânsito digestivo, adequada ao órgão operado.

  6. 06

    Finalização

    Revisão da hemostasia, envio do material para análise anatomopatológica e fechamento das incisões.

Técnicas

Quais são as técnicas utilizadas?

A escolha da técnica depende do órgão acometido, da extensão do tumor e das condições clínicas do paciente, sempre respeitando os princípios oncológicos.

Cirurgia aberta

Indicada em tumores mais extensos ou em situações que exigem maior exposição cirúrgica.

Considerada quando a via minimamente invasiva não oferece segurança oncológica equivalente.

Videolaparoscopia oncológica

Ressecção por pequenas incisões, mantendo os mesmos princípios de radicalidade da cirurgia aberta.

Indicada em casos selecionados de tumores gástricos, colorretais e de vias biliares.

Cirurgia robótica

Combina visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados, favorecendo a precisão em dissecções complexas e linfadenectomias.

Considerada em tumores retais, gástricos e pancreáticos selecionados, conforme avaliação individual.

Cirurgia após neoadjuvância

Realizada depois de quimioterapia ou radioterapia prévia, quando o tratamento inicial reduz o tumor ou trata doença microscópica associada.

Frequente em tumores de reto, esôfago e pâncreas.

Cirurgia robótica

A cirurgia oncológica pode ser robótica?

Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica oferece visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados, o que pode auxiliar na dissecção precisa de estruturas vasculares e linfonodais em cirurgias oncológicas complexas.

Todos os movimentos são comandados pelo cirurgião: o sistema não toma decisões nem age de forma autônoma em nenhum momento do procedimento.

A indicação da via robótica depende do tipo e da extensão do tumor, do órgão acometido e da estrutura hospitalar disponível, sendo sempre avaliada individualmente.

Plataforma de cirurgia robótica em centro cirúrgico

Benefícios

Quais são os possíveis benefícios?

O tratamento cirúrgico oncológico busca a remoção completa do tumor com margens adequadas, associada à preservação máxima possível da função digestiva.

Ressecção com princípios oncológicos

Remoção do tumor com margens e linfadenectomia adequadas, seguindo protocolos reconhecidos.

Abordagem multidisciplinar

Planejamento em conjunto com oncologia clínica, radioterapia e demais especialidades envolvidas.

Técnicas minimamente invasivas

Videolaparoscopia e cirurgia robótica em casos selecionados, com menor agressão à parede abdominal.

Cuidado individualizado

Cada plano cirúrgico é definido conforme o tipo de tumor, o estádio e as condições clínicas do paciente.

Como se preparar para a cirurgia?

O preparo é individualizado e conduzido em conjunto com a equipe oncológica, podendo envolver otimização clínica e nutricional antes do procedimento.

  • Concluir os exames de estadiamento e avaliações complementares solicitadas
  • Seguir orientações nutricionais, especialmente em tumores do trato digestivo alto
  • Revisar medicamentos em uso com a equipe, especialmente anticoagulantes
  • Suspender o tabagismo pelo período orientado
  • Cumprir o jejum e as orientações específicas dos dias que antecedem a cirurgia
  • Organizar o suporte familiar para o período de internação e recuperação

O que acontece no dia do procedimento?

Conhecer a sequência do dia ajuda a reduzir a ansiedade e a chegar mais preparado ao hospital.

  1. Chegada e internação
  2. Preparação e avaliação pré-anestésica
  3. Cirurgia
  4. Recuperação anestésica
  5. Internação para acompanhamento pós-operatório

Pós-operatório

Como é a recuperação?

A recuperação é progressiva e acompanhada de perto pela equipe, variando conforme o órgão operado e a extensão da cirurgia.

Primeiros dias

Mobilização precoce, controle da dor e monitorização clínica próxima no ambiente hospitalar.

Alimentação

A reintrodução da dieta é gradual e depende do órgão operado, seguindo orientação da equipe.

Dor e desconforto

Costuma ser controlada com medicação prescrita. Dor intensa ou progressiva deve ser comunicada imediatamente.

Cuidados com as incisões e drenos

Curativos, drenos e higiene seguem orientações específicas recebidas na alta, com avaliação nos retornos.

Retorno ao trabalho

Depende do tipo de cirurgia, da recuperação clínica e da necessidade de tratamentos complementares.

Atividade física

A retomada é gradual, iniciando por caminhadas leves, conforme liberação da equipe.

Tratamento complementar

Após a cirurgia, pode ser indicada quimioterapia ou radioterapia adjuvante, conforme resultado da análise anatomopatológica.

Acompanhamento pós-operatório

Consultas periódicas com a equipe cirúrgica e oncológica, incluindo exames de seguimento de longo prazo.

Quanto tempo é necessário ficar internado?

O tempo de internação varia bastante conforme o órgão operado e a extensão da cirurgia, podendo ir de poucos dias a períodos mais longos em cirurgias de maior porte, como as pancreáticas.

A evolução clínica no pós-operatório imediato e as condições de saúde do paciente também influenciam esse período.

Quais são os riscos da cirurgia oncológica?

Cirurgias oncológicas do aparelho digestivo podem ser de maior complexidade, e os riscos são discutidos individualmente, considerando o órgão operado e a extensão da ressecção.

  • Complicações relacionadas à anestesia
  • Sangramento ou infecção
  • Fístulas em anastomoses e reconstruções do trânsito digestivo
  • Eventos tromboembólicos
  • Complicações específicas conforme o órgão operado, como pancreatite pós-operatória
  • Recidiva da doença, dependendo do tipo e do estádio do tumor

A discussão sobre riscos faz parte da consulta e é sempre individualizada, considerando o tipo de tumor, sua extensão e as condições clínicas do paciente.

O que esperar depois da cirurgia?

O objetivo do tratamento cirúrgico é o controle oncológico da doença, com preservação da função digestiva sempre que possível.

Os resultados dependem do tipo de tumor, do estádio no momento do diagnóstico, da resposta a tratamentos associados e do seguimento oncológico contínuo.

O acompanhamento de longo prazo, com exames periódicos, é parte essencial do tratamento oncológico, permitindo identificar precocemente eventual recidiva.

Existem outras formas de tratamento?

Sim. A cirurgia é uma das ferramentas do tratamento oncológico, frequentemente associada a outras modalidades.

  • Quimioterapia, isolada ou combinada à cirurgia
  • Radioterapia, neoadjuvante ou adjuvante conforme o caso
  • Terapias-alvo e imunoterapia em situações específicas
  • Tratamentos endoscópicos em lesões pré-malignas ou tumores muito iniciais
  • Cuidados paliativos, quando a doença não é passível de tratamento curativo

A escolha entre as modalidades de tratamento é sempre multidisciplinar, considerando o tipo de tumor, o estádio e os objetivos de cuidado do paciente.

Cirurgia minimamente invasiva em oncologia

Quando há indicação, a ressecção oncológica pode ser realizada por videolaparoscopia ou por cirurgia robótica, mantendo os mesmos princípios de radicalidade oncológica com menor agressão à parede abdominal e recuperação mais rápida.

Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo

Experiência no tratamento cirúrgico oncológico digestivo

O tratamento é conduzido com planejamento multidisciplinar, técnicas minimamente invasivas quando indicadas e acompanhamento oncológico de longo prazo.

  • Cirurgia minimamente invasiva
  • Plataforma robótica quando indicada
  • Planejamento multidisciplinar
  • Acompanhamento oncológico de longo prazo

3D

visão ampliada da plataforma robótica

7

órgãos digestivos abordados no tratamento oncológico

100%

dos casos discutidos em equipe multidisciplinar

2

vias minimamente invasivas disponíveis (laparoscopia e robótica)

Dr. André Fujioka

Quem realiza o procedimento

Dr. André Fujioka

Cirurgião do Aparelho Digestivo e Cirurgia Robótica

CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

  • Cirurgião Robótico certificado internacional pela Intuitive Surgical – Strattner
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – TCBC
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva – TCBCD
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM

Atua em Rede Mater Dei de Saúde, Hospital Madre Teresa, Instituto Orizonti, Hospital Vila da Serra, Hospital Biocor.

Depoimentos

O que nossos pacientes dizem

  • F

    Fernando Camargo

    1 mês atrás

    Google

    ★★★★★

    Dr. André Fujioka, desde a primeira consulta até a cirurgia, fui atendido com muita atenção e profissionalismo. Sempre muito paciente para explicar cada detalhe do procedimento e da recuperação.

  • S

    Stephanie Rodrigues

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Fiz uma cirurgia de Colecistectomia com Dr André Fujioka, foi tudo perfeito. Médico excelente, atencioso e sabe como lidar com seus pacientes. Minha cirurgia foi tranquila e a recuperação muito rápida.

  • R

    Roselane Monteiros

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Eu escolhi o Dr. André Fujioka porque ele me passou uma segurança muito grande! Dr. André Fujioka e toda sua equipe são EXCELENTES PROFISSIONAIS, muito atenciosos do início ao fim.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre cirurgia oncológica do aparelho digestivo

A cirurgia é sempre o primeiro tratamento?

Nem sempre. Em parte dos casos o tratamento começa com quimioterapia ou radioterapia, e a cirurgia é realizada em um segundo momento. A definição é feita de forma multidisciplinar.

Cirurgia robótica pode ser usada em câncer?

Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica permite dissecção precisa, mantendo os princípios oncológicos do procedimento.

Como é definido o tipo de cirurgia para cada tumor?

A definição depende do órgão acometido, do tamanho e da extensão do tumor, do estádio da doença e das condições clínicas do paciente, sempre discutida em equipe multidisciplinar.

Toda cirurgia oncológica remove linfonodos?

Na maioria dos tumores malignos digestivos, sim. A linfadenectomia é parte dos princípios oncológicos e ajuda no estadiamento e no controle da doença.

Quanto tempo dura a recuperação?

Varia conforme o órgão operado e a extensão da cirurgia. Cirurgias minimamente invasivas costumam ter recuperação mais rápida do que as cirurgias abertas de grande porte.

Será necessário tratamento após a cirurgia?

Depende do resultado da análise anatomopatológica. Em alguns casos é indicada quimioterapia ou radioterapia adjuvante para reduzir o risco de recidiva.

A cirurgia cura o câncer?

Em muitos tumores localizados, a cirurgia é o principal tratamento curativo. Os resultados dependem do tipo, do estádio da doença e da resposta ao tratamento como um todo.

Quais exames são necessários antes da cirurgia?

Geralmente incluem exames de imagem para estadiamento, como tomografia ou ressonância, além de exames laboratoriais e avaliações complementares conforme o caso.

É possível operar por videolaparoscopia em todos os tumores?

Não. A via minimamente invasiva é indicada quando garante a mesma segurança oncológica da cirurgia aberta, o que depende do tipo e da extensão do tumor.

Qual a importância do acompanhamento após a cirurgia?

O seguimento oncológico de longo prazo permite identificar precocemente uma eventual recidiva e é parte essencial do tratamento completo do câncer.

A cirurgia oncológica é sempre de grande porte?

Não necessariamente. Algumas lesões pré-malignas ou tumores muito iniciais podem ser tratados por procedimentos endoscópicos ou cirurgias menos extensas, conforme avaliação.

Quem participa do planejamento do tratamento?

O planejamento é multidisciplinar, envolvendo o cirurgião, a oncologia clínica, a radioterapia, a patologia e demais especialidades conforme a necessidade do caso.

Conteúdo revisado por Dr. André Fujioka — CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

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A indicação e a estratégia cirúrgica dependem da avaliação individual do tumor, do estadiamento e das condições clínicas do paciente.