Dr. André Fujioka — Cirurgião Robótico do Aparelho Digestivo

Áreas de atuação

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Do esôfago ao reto: avaliação e tratamento cirúrgico das doenças do sistema digestivo.

Entenda o procedimento

O que é a cirurgia do aparelho digestivo?

A cirurgia do aparelho digestivo é a especialidade responsável pelo tratamento cirúrgico das doenças que acometem os órgãos envolvidos na digestão, como esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto, fígado, vesícula biliar, vias biliares, pâncreas e parede abdominal.

Ela pode ser indicada tanto para condições benignas, como refluxo, hérnias, cálculos na vesícula e diverticulite, quanto para doenças mais complexas, incluindo tumores e alterações que comprometem a digestão, a alimentação e a qualidade de vida.

O objetivo do tratamento cirúrgico é corrigir alterações que não podem ser resolvidas apenas com medicamentos ou mudanças de hábitos, aliviar sintomas, prevenir complicações e, em alguns casos, oferecer tratamento curativo.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Resumo

Entenda rapidamente

Um resumo objetivo dos pontos que mais aparecem em consulta.

01
Objetivo
Diagnosticar e tratar cirurgicamente doenças do esôfago, estômago, intestinos, fígado, vias biliares, pâncreas e parede abdominal.
02
Indicação geral
Doenças benignas e complexas do sistema digestivo que não respondem apenas a tratamento clínico.
03
Acesso cirúrgico
Videolaparoscopia ou cirurgia robótica na maioria dos casos, conforme a doença tratada.
04
Anestesia
Geral ou, em procedimentos pontuais, sedação com anestesia local.
05
Internação
Varia conforme o procedimento, de casos ambulatoriais a internações mais prolongadas.
06
Recuperação
Progressiva, com retorno gradual às atividades conforme o porte da cirurgia.
07
Abordagem robótica
Disponível em casos selecionados, conforme avaliação individual.

Indicação

Para quem a cirurgia do aparelho digestivo pode ser indicada?

A indicação depende do diagnóstico específico. Pacientes com doenças do esôfago, estômago, intestinos, vesícula, vias biliares, pâncreas ou parede abdominal que não respondem a tratamento clínico costumam ser encaminhados para avaliação cirúrgica.

A decisão final considera sempre o histórico clínico completo, os exames realizados e as condições de saúde de cada paciente.

Apenas a avaliação presencial, com exames e histórico completo, permite definir a conduta adequada para cada paciente.

  • Refluxo gastroesofágico persistente e hérnia de hiato
  • Cálculos na vesícula biliar
  • Hérnias abdominais e diástase dos retos
  • Diverticulite e outras doenças do cólon
  • Tumores benignos e malignos do aparelho digestivo
  • Doenças do pâncreas e das vias biliares

Quando a cirurgia é indicada?

Muitas doenças digestivas iniciam o tratamento por via clínica, com medicações, mudança de hábitos e acompanhamento periódico.

A cirurgia passa a ser considerada quando o tratamento clínico não controla os sintomas, quando existe risco de complicações, ou quando o diagnóstico exige tratamento cirúrgico desde o início, como em determinados tumores.

Idade, condições clínicas associadas, histórico de tentativas anteriores e a evolução dos exames influenciam diretamente essa decisão.

Como é feita a avaliação antes da cirurgia?

A avaliação começa na consulta, com histórico clínico detalhado, sintomas, medicações em uso e exame físico.

Em seguida podem ser solicitados exames como endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, conforme a suspeita diagnóstica.

Com o diagnóstico definido, é discutido o plano de tratamento, incluindo a necessidade de cirurgia, a técnica indicada e os cuidados de preparo.

  1. Consulta
  2. Avaliação clínica
  3. Exames complementares
  4. Diagnóstico
  5. Planejamento cirúrgico

Procedimento

Como funciona a cirurgia do aparelho digestivo?

O procedimento é planejado conforme a doença tratada, priorizando técnicas minimamente invasivas sempre que possível.

  1. 01

    Preparação

    Jejum, avaliação pré-anestésica e conferência dos exames e das orientações recebidas na consulta.

  2. 02

    Anestesia

    Geralmente geral, ajustada conforme o porte do procedimento e a condição clínica do paciente.

  3. 03

    Acesso

    Pequenas incisões permitem a entrada da câmera e dos instrumentos, por videolaparoscopia ou plataforma robótica, quando indicadas.

  4. 04

    Procedimento

    Execução da técnica específica indicada para a doença diagnosticada, conforme o planejamento cirúrgico.

  5. 05

    Finalização

    Revisão das suturas, testes de segurança quando indicados e fechamento das incisões.

  6. 06

    Recuperação inicial

    Recuperação anestésica, controle da dor, mobilização precoce e reintrodução gradual da alimentação conforme orientação.

Técnicas

Quais procedimentos fazem parte da especialidade?

A cirurgia do aparelho digestivo abrange diferentes órgãos e doenças, cada uma com técnica e planejamento próprios.

Cirurgia do refluxo e hérnia de hiato

Correção cirúrgica quando o refluxo não é controlado com medicação ou há hérnia de hiato significativa.

Indicada após avaliação com exames como endoscopia e pHmetria.

Cirurgia da vesícula biliar

Remoção da vesícula em casos de cálculos sintomáticos ou complicações relacionadas.

Geralmente indicada diante de cólicas biliares recorrentes ou episódios de inflamação.

Hérnias e parede abdominal

Correção de hérnias inguinais, umbilicais, incisionais e diástase dos retos.

Indicada conforme sintomas, tamanho da hérnia e risco de complicações.

Cirurgia oncológica do aparelho digestivo

Tratamento cirúrgico de tumores do esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas.

Planejamento definido conforme estadiamento e características do tumor.

Cirurgia robótica

A cirurgia do aparelho digestivo pode ser robótica?

Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica pode ser utilizada em diversos procedimentos digestivos, oferecendo visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados que favorecem a precisão em dissecções e suturas mais delicadas.

Todos os movimentos são comandados pelo cirurgião: o sistema não age de forma autônoma em nenhuma etapa da cirurgia.

A decisão pela via robótica depende da avaliação individual, do tipo de doença tratada e da estrutura hospitalar disponível.

Plataforma de cirurgia robótica em centro cirúrgico

Como se preparar para a cirurgia?

O preparo é definido conforme o procedimento indicado, envolvendo exames e ajustes de rotina orientados individualmente na consulta.

  • Realizar os exames solicitados e as avaliações complementares indicadas
  • Revisar medicamentos em uso com a equipe, especialmente anticoagulantes
  • Suspender o tabagismo pelo período orientado
  • Cumprir o jejum e as orientações recebidas para os dias que antecedem a cirurgia
  • Organizar o pós-operatório em casa, incluindo alimentação e apoio familiar

O que acontece no dia do procedimento?

Conhecer a sequência do dia ajuda a reduzir a ansiedade e a chegar mais preparado ao hospital.

  1. Chegada e internação
  2. Preparação e avaliação pré-anestésica
  3. Cirurgia
  4. Recuperação anestésica
  5. Internação ou alta conforme orientação

Pós-operatório

Como é a recuperação?

A recuperação varia bastante conforme o procedimento realizado, sendo mais rápida em cirurgias de menor porte e mais gradual em procedimentos complexos.

Primeiros dias

Foco em mobilização precoce, controle da dor e retomada gradual das atividades leves do dia a dia.

Alimentação

A dieta evolui conforme o procedimento realizado, sempre orientada pela equipe médica.

Dor e desconforto

Costuma ser controlada com medicação prescrita. Dor intensa ou progressiva deve ser comunicada imediatamente.

Cuidados com as incisões

Curativos e higiene seguem as orientações recebidas na alta, com avaliação nos retornos.

Retorno ao trabalho

Depende do tipo de atividade e do porte da cirurgia; é definido individualmente nos retornos.

Atividade física

A retomada é gradual e orientada, começando por caminhadas leves antes de exercícios de maior impacto ou carga.

Dirigir

Liberado quando o paciente não estiver usando analgésicos que causem sonolência e tiver amplitude de movimento segura.

Acompanhamento pós-operatório

Consultas periódicas com o cirurgião, com exames de controle quando indicados pela doença tratada.

Quanto tempo é necessário ficar internado?

O tempo de internação varia bastante conforme o procedimento: alguns casos são resolvidos em regime ambulatorial ou com uma noite de internação, enquanto cirurgias mais complexas exigem período maior.

A definição exata depende do procedimento realizado, da evolução clínica no pós-operatório imediato e do protocolo adotado pela equipe e pelo hospital.

Quais são os riscos da cirurgia do aparelho digestivo?

Todo procedimento cirúrgico envolve riscos, que variam conforme a complexidade da cirurgia. Eles são reduzidos com avaliação criteriosa, preparo adequado e acompanhamento pós-operatório.

  • Complicações relacionadas à anestesia
  • Sangramento ou infecção
  • Fístulas e complicações das suturas
  • Eventos tromboembólicos
  • Complicações específicas da doença e do órgão tratado

A discussão sobre riscos faz parte da consulta e é sempre individualizada, considerando o histórico e o procedimento planejado para cada paciente.

O que esperar depois da cirurgia?

O objetivo do tratamento é o controle ou a resolução da doença diagnosticada, com alívio dos sintomas e prevenção de complicações.

Os resultados dependem da doença tratada, da técnica utilizada e da adesão às orientações no pós-operatório.

Em muitos casos o acompanhamento continua após a cirurgia, com retornos periódicos para avaliar a evolução clínica.

Existem outras formas de tratamento?

Depende da doença. Muitas condições digestivas têm opções de tratamento clínico antes de se considerar a cirurgia.

  • Tratamento medicamentoso, conforme a doença diagnosticada
  • Mudança de hábitos alimentares e de estilo de vida
  • Procedimentos endoscópicos em casos selecionados
  • Acompanhamento clínico periódico, quando a cirurgia não é a primeira opção

A escolha entre tratamento clínico e cirúrgico é feita em conjunto com o paciente, considerando diagnóstico, riscos e objetivos de saúde.

Quando procurar atendimento com urgência?

Alguns sintomas digestivos exigem avaliação médica imediata, sem esperar por uma consulta agendada.

  • Dor abdominal intensa e súbita
  • Vômitos persistentes que impedem a alimentação
  • Sangramento digestivo, seja vômito com sangue ou fezes escurecidas
  • Febre associada a dor abdominal
  • Distensão abdominal importante com parada de eliminação de gases e fezes

Nesses casos, procure um pronto-atendimento ou serviço de emergência.

Avaliação especializada

A avaliação com um cirurgião do aparelho digestivo permite entender a causa dos sintomas, analisar exames e definir se o caso deve ser tratado clinicamente, acompanhado ou encaminhado para cirurgia.

Como funciona a cirurgia do aparelho digestivo?

O primeiro passo é uma avaliação médica detalhada. Durante a consulta, o especialista analisa os sintomas, histórico clínico, doenças associadas, cirurgias prévias, uso de medicamentos e exames já realizados.

A partir dessa avaliação, podem ser solicitados exames complementares, como endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, que ajudam a definir o diagnóstico e o planejamento do tratamento.

Quando a cirurgia é indicada, o procedimento é planejado de forma individualizada, priorizando técnicas minimamente invasivas — videolaparoscopia e cirurgia robótica — sempre que houver indicação.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Experiência em cirurgia do aparelho digestivo

O tratamento é conduzido com avaliação individualizada, priorizando técnicas minimamente invasivas sempre que indicado.

  • Atendimento para doenças benignas e oncológicas do aparelho digestivo
  • Uso de videolaparoscopia e plataforma robótica
  • Atuação em hospitais de referência em Belo Horizonte
  • Acompanhamento clínico antes e depois da cirurgia

3D

visão ampliada nos procedimentos robóticos, quando indicados

+10

órgãos do aparelho digestivo tratados pela especialidade

24h

internação média em muitos procedimentos de menor porte

100%

avaliação individualizada em cada caso

Dr. André Fujioka

Quem realiza o procedimento

Dr. André Fujioka

Cirurgião do Aparelho Digestivo e Cirurgia Robótica

CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

  • Cirurgião Robótico certificado internacional pela Intuitive Surgical – Strattner
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – TCBC
  • Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva – TCBCD
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM

Atua em Rede Mater Dei de Saúde, Hospital Madre Teresa, Instituto Orizonti, Hospital Vila da Serra, Hospital Biocor.

Depoimentos

O que nossos pacientes dizem

  • F

    Fernando Camargo

    1 mês atrás

    Google

    ★★★★★

    Dr. André Fujioka, desde a primeira consulta até a cirurgia, fui atendido com muita atenção e profissionalismo. Sempre muito paciente para explicar cada detalhe do procedimento e da recuperação.

  • S

    Stephanie Rodrigues

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Fiz uma cirurgia de Colecistectomia com Dr André Fujioka, foi tudo perfeito. Médico excelente, atencioso e sabe como lidar com seus pacientes. Minha cirurgia foi tranquila e a recuperação muito rápida.

  • R

    Roselane Monteiros

    2 meses atrás

    Google

    ★★★★★

    Eu escolhi o Dr. André Fujioka porque ele me passou uma segurança muito grande! Dr. André Fujioka e toda sua equipe são EXCELENTES PROFISSIONAIS, muito atenciosos do início ao fim.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre cirurgia do aparelho digestivo

Preciso de encaminhamento para consultar?

Não é obrigatório. Muitos pacientes procuram a avaliação diretamente a partir de sintomas ou de um exame alterado.

O que levar na primeira consulta?

Exames já realizados, relatórios de cirurgias anteriores e a lista de medicamentos em uso ajudam a tornar a avaliação mais completa.

Toda doença digestiva precisa de cirurgia?

Não. Muitas condições são tratadas clinicamente. A cirurgia é indicada quando o tratamento clínico não é suficiente ou quando o diagnóstico exige abordagem cirúrgica desde o início.

Quais exames costumam ser solicitados?

Depende do sintoma e da suspeita diagnóstica. Podem incluir endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética.

A cirurgia é sempre minimamente invasiva?

Sempre que possível, prioriza-se videolaparoscopia ou cirurgia robótica. Em alguns casos, a cirurgia aberta ainda é a via mais segura, conforme a avaliação individual.

Quanto tempo dura a recuperação?

Varia conforme o procedimento: cirurgias de menor porte permitem retorno rápido às atividades, enquanto procedimentos mais complexos exigem recuperação mais prolongada.

Quando devo procurar atendimento de urgência?

Dor abdominal intensa e súbita, sangramento digestivo, vômitos persistentes ou febre associada a dor abdominal exigem avaliação imediata em pronto-atendimento.

A cirurgia do aparelho digestivo trata câncer?

Sim, a cirurgia oncológica do aparelho digestivo trata tumores do esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas, sempre respeitando os princípios oncológicos da técnica.

É possível operar hérnias e problemas digestivos na mesma cirurgia?

Em alguns casos selecionados, procedimentos combinados podem ser planejados. Essa possibilidade é avaliada individualmente na consulta.

O acompanhamento continua depois da cirurgia?

Sim. Consultas de retorno permitem avaliar a cicatrização, os resultados do tratamento e a necessidade de exames complementares.

Conteúdo revisado por Dr. André Fujioka — CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916

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O diagnóstico e o tratamento das doenças do aparelho digestivo dependem de avaliação individual, considerando histórico e exames de cada paciente.