Avaliação especializada
A avaliação com um cirurgião do aparelho digestivo permite entender a causa dos sintomas, analisar exames e definir se o caso deve ser tratado clinicamente, acompanhado ou encaminhado para cirurgia.
Santo Agostinho, Belo Horizonte – MG
Áreas de atuação
Do esôfago ao reto: avaliação e tratamento cirúrgico das doenças do sistema digestivo.
Entenda o procedimento
A cirurgia do aparelho digestivo é a especialidade responsável pelo tratamento cirúrgico das doenças que acometem os órgãos envolvidos na digestão, como esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto, fígado, vesícula biliar, vias biliares, pâncreas e parede abdominal.
Ela pode ser indicada tanto para condições benignas, como refluxo, hérnias, cálculos na vesícula e diverticulite, quanto para doenças mais complexas, incluindo tumores e alterações que comprometem a digestão, a alimentação e a qualidade de vida.
O objetivo do tratamento cirúrgico é corrigir alterações que não podem ser resolvidas apenas com medicamentos ou mudanças de hábitos, aliviar sintomas, prevenir complicações e, em alguns casos, oferecer tratamento curativo.

Resumo
Um resumo objetivo dos pontos que mais aparecem em consulta.
Indicação
A indicação depende do diagnóstico específico. Pacientes com doenças do esôfago, estômago, intestinos, vesícula, vias biliares, pâncreas ou parede abdominal que não respondem a tratamento clínico costumam ser encaminhados para avaliação cirúrgica.
A decisão final considera sempre o histórico clínico completo, os exames realizados e as condições de saúde de cada paciente.
Apenas a avaliação presencial, com exames e histórico completo, permite definir a conduta adequada para cada paciente.
Muitas doenças digestivas iniciam o tratamento por via clínica, com medicações, mudança de hábitos e acompanhamento periódico.
A cirurgia passa a ser considerada quando o tratamento clínico não controla os sintomas, quando existe risco de complicações, ou quando o diagnóstico exige tratamento cirúrgico desde o início, como em determinados tumores.
Idade, condições clínicas associadas, histórico de tentativas anteriores e a evolução dos exames influenciam diretamente essa decisão.
A avaliação começa na consulta, com histórico clínico detalhado, sintomas, medicações em uso e exame físico.
Em seguida podem ser solicitados exames como endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, conforme a suspeita diagnóstica.
Com o diagnóstico definido, é discutido o plano de tratamento, incluindo a necessidade de cirurgia, a técnica indicada e os cuidados de preparo.
Procedimento
O procedimento é planejado conforme a doença tratada, priorizando técnicas minimamente invasivas sempre que possível.
Jejum, avaliação pré-anestésica e conferência dos exames e das orientações recebidas na consulta.
Geralmente geral, ajustada conforme o porte do procedimento e a condição clínica do paciente.
Pequenas incisões permitem a entrada da câmera e dos instrumentos, por videolaparoscopia ou plataforma robótica, quando indicadas.
Execução da técnica específica indicada para a doença diagnosticada, conforme o planejamento cirúrgico.
Revisão das suturas, testes de segurança quando indicados e fechamento das incisões.
Recuperação anestésica, controle da dor, mobilização precoce e reintrodução gradual da alimentação conforme orientação.
Técnicas
A cirurgia do aparelho digestivo abrange diferentes órgãos e doenças, cada uma com técnica e planejamento próprios.
Correção cirúrgica quando o refluxo não é controlado com medicação ou há hérnia de hiato significativa.
Indicada após avaliação com exames como endoscopia e pHmetria.
Remoção da vesícula em casos de cálculos sintomáticos ou complicações relacionadas.
Geralmente indicada diante de cólicas biliares recorrentes ou episódios de inflamação.
Correção de hérnias inguinais, umbilicais, incisionais e diástase dos retos.
Indicada conforme sintomas, tamanho da hérnia e risco de complicações.
Tratamento cirúrgico de tumores do esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas.
Planejamento definido conforme estadiamento e características do tumor.
Cirurgia robótica
Sim, em casos selecionados. A plataforma robótica pode ser utilizada em diversos procedimentos digestivos, oferecendo visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados que favorecem a precisão em dissecções e suturas mais delicadas.
Todos os movimentos são comandados pelo cirurgião: o sistema não age de forma autônoma em nenhuma etapa da cirurgia.
A decisão pela via robótica depende da avaliação individual, do tipo de doença tratada e da estrutura hospitalar disponível.

O preparo é definido conforme o procedimento indicado, envolvendo exames e ajustes de rotina orientados individualmente na consulta.
Conhecer a sequência do dia ajuda a reduzir a ansiedade e a chegar mais preparado ao hospital.
Pós-operatório
A recuperação varia bastante conforme o procedimento realizado, sendo mais rápida em cirurgias de menor porte e mais gradual em procedimentos complexos.
Foco em mobilização precoce, controle da dor e retomada gradual das atividades leves do dia a dia.
A dieta evolui conforme o procedimento realizado, sempre orientada pela equipe médica.
Costuma ser controlada com medicação prescrita. Dor intensa ou progressiva deve ser comunicada imediatamente.
Curativos e higiene seguem as orientações recebidas na alta, com avaliação nos retornos.
Depende do tipo de atividade e do porte da cirurgia; é definido individualmente nos retornos.
A retomada é gradual e orientada, começando por caminhadas leves antes de exercícios de maior impacto ou carga.
Liberado quando o paciente não estiver usando analgésicos que causem sonolência e tiver amplitude de movimento segura.
Consultas periódicas com o cirurgião, com exames de controle quando indicados pela doença tratada.
O tempo de internação varia bastante conforme o procedimento: alguns casos são resolvidos em regime ambulatorial ou com uma noite de internação, enquanto cirurgias mais complexas exigem período maior.
A definição exata depende do procedimento realizado, da evolução clínica no pós-operatório imediato e do protocolo adotado pela equipe e pelo hospital.
Todo procedimento cirúrgico envolve riscos, que variam conforme a complexidade da cirurgia. Eles são reduzidos com avaliação criteriosa, preparo adequado e acompanhamento pós-operatório.
A discussão sobre riscos faz parte da consulta e é sempre individualizada, considerando o histórico e o procedimento planejado para cada paciente.
O objetivo do tratamento é o controle ou a resolução da doença diagnosticada, com alívio dos sintomas e prevenção de complicações.
Os resultados dependem da doença tratada, da técnica utilizada e da adesão às orientações no pós-operatório.
Em muitos casos o acompanhamento continua após a cirurgia, com retornos periódicos para avaliar a evolução clínica.
Depende da doença. Muitas condições digestivas têm opções de tratamento clínico antes de se considerar a cirurgia.
A escolha entre tratamento clínico e cirúrgico é feita em conjunto com o paciente, considerando diagnóstico, riscos e objetivos de saúde.
Alguns sintomas digestivos exigem avaliação médica imediata, sem esperar por uma consulta agendada.
Nesses casos, procure um pronto-atendimento ou serviço de emergência.
A avaliação com um cirurgião do aparelho digestivo permite entender a causa dos sintomas, analisar exames e definir se o caso deve ser tratado clinicamente, acompanhado ou encaminhado para cirurgia.
O primeiro passo é uma avaliação médica detalhada. Durante a consulta, o especialista analisa os sintomas, histórico clínico, doenças associadas, cirurgias prévias, uso de medicamentos e exames já realizados.
A partir dessa avaliação, podem ser solicitados exames complementares, como endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, que ajudam a definir o diagnóstico e o planejamento do tratamento.
Quando a cirurgia é indicada, o procedimento é planejado de forma individualizada, priorizando técnicas minimamente invasivas — videolaparoscopia e cirurgia robótica — sempre que houver indicação.
Cirurgia do Aparelho Digestivo
O tratamento é conduzido com avaliação individualizada, priorizando técnicas minimamente invasivas sempre que indicado.
3D
visão ampliada nos procedimentos robóticos, quando indicados
+10
órgãos do aparelho digestivo tratados pela especialidade
24h
internação média em muitos procedimentos de menor porte
100%
avaliação individualizada em cada caso

Quem realiza o procedimento
Cirurgião do Aparelho Digestivo e Cirurgia Robótica
CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916
Atua em Rede Mater Dei de Saúde, Hospital Madre Teresa, Instituto Orizonti, Hospital Vila da Serra, Hospital Biocor.
Depoimentos
Fernando Camargo
1 mês atrás
★★★★★
Dr. André Fujioka, desde a primeira consulta até a cirurgia, fui atendido com muita atenção e profissionalismo. Sempre muito paciente para explicar cada detalhe do procedimento e da recuperação.
Stephanie Rodrigues
2 meses atrás
★★★★★
Fiz uma cirurgia de Colecistectomia com Dr André Fujioka, foi tudo perfeito. Médico excelente, atencioso e sabe como lidar com seus pacientes. Minha cirurgia foi tranquila e a recuperação muito rápida.
Roselane Monteiros
2 meses atrás
★★★★★
Eu escolhi o Dr. André Fujioka porque ele me passou uma segurança muito grande! Dr. André Fujioka e toda sua equipe são EXCELENTES PROFISSIONAIS, muito atenciosos do início ao fim.
Tire suas dúvidas
Não é obrigatório. Muitos pacientes procuram a avaliação diretamente a partir de sintomas ou de um exame alterado.
Exames já realizados, relatórios de cirurgias anteriores e a lista de medicamentos em uso ajudam a tornar a avaliação mais completa.
Não. Muitas condições são tratadas clinicamente. A cirurgia é indicada quando o tratamento clínico não é suficiente ou quando o diagnóstico exige abordagem cirúrgica desde o início.
Depende do sintoma e da suspeita diagnóstica. Podem incluir endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética.
Sempre que possível, prioriza-se videolaparoscopia ou cirurgia robótica. Em alguns casos, a cirurgia aberta ainda é a via mais segura, conforme a avaliação individual.
Varia conforme o procedimento: cirurgias de menor porte permitem retorno rápido às atividades, enquanto procedimentos mais complexos exigem recuperação mais prolongada.
Dor abdominal intensa e súbita, sangramento digestivo, vômitos persistentes ou febre associada a dor abdominal exigem avaliação imediata em pronto-atendimento.
Sim, a cirurgia oncológica do aparelho digestivo trata tumores do esôfago, estômago, intestinos, fígado e pâncreas, sempre respeitando os princípios oncológicos da técnica.
Em alguns casos selecionados, procedimentos combinados podem ser planejados. Essa possibilidade é avaliada individualmente na consulta.
Sim. Consultas de retorno permitem avaliar a cicatrização, os resultados do tratamento e a necessidade de exames complementares.
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Conteúdo revisado por Dr. André Fujioka — CRMMG 67.376 | RQE 47559 | RQE 40916
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O diagnóstico e o tratamento das doenças do aparelho digestivo dependem de avaliação individual, considerando histórico e exames de cada paciente.